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Como se tudo à minha volta fosse puro E os pássaros cantassem como dantes E o meu inverno cinzento Ainda cheirasse a Primavera; E pelo mundo a Fé fosse o prenúncio De novos Universos Tudo seria como era. E valeria a pena abrir os braços E em cada pobre que à porta me batesse Imaginar […]

Como se tudo à minha volta fosse puro E os pássaros cantassem como dantes E o meu inverno cinzento Ainda cheirasse a Primavera; E pelo mundo a Fé fosse o prenúncio De novos Universos Tudo seria como era. E valeria a pena abrir os braços E em cada pobre que à porta me batesse Imaginar o Cristo que se inventa E se rebusca em cada instante vivo ! Como se à minha volta Todas as coisas fossem mesmo puras E em cada sonho aquela mais valia Acontecendo na Vida por Milagre ! Julieta Fatal

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