Grau Ouro (A título póstumo) Joaquim Pinto Ribeiro, prestigiado industrial, foi fundador e director da Secla, fábrica onde desempenhou até as tarefas de forneiro, técnico de laboratório, acabador e pagador. Criada em 1947, era já nessa época uma das maiores empresas de faianças da região. Pinto Ribeiro transportou para a Secla uma atmosfera evoluída, dotada de grande exigência técnica e recheada de valores artísticos nacionais e internacionais. Congregou à sua volta grandes nomes da cerâmica como Ferreira da Silva e Herculano Elias e a artista búlgara Hansi Stael. Publicou o livro “A Nova Cerâmica das Caldas da Rainha”, uma obra de referência. União de Beneficência do Campo Associação de Desenvolvimento Social. Criada em 1908 devido às dificuldades financeiras que muitas famílias do lugar do Campo viviam naquela época, instituindo um conjunto de valências de carácter social para os associados. Já em 2005 entrou em funcionamento um Centro de Convívio, o qual superou as expectativas. Hoje, com 100 anos de existência, tem 700 sócios e continua a ser uma instituição de grande importância para a população do Campo. É uma das instituições mais antigas do concelho. (Ausente no estrangeiro) Eduardo Constantino – Nasceu em 1948 em Caldas da Rainha. Ceramista consagrado a nível nacional e internacional, está radicado e trabalha em França, na região da Bretanha, desde 1976. Nas Caldas da Rainha foi aluno do Mestre Guilherme Barroso, com quem aprendeu a lidar com os fornos a lenha, as cozeduras, os vidrados, a cerâmica na roda e a sua decoração. Procura expor em Portugal de 3 em 3 anos e trabalha intensamente com diversas galerias francesas, expondo em vários pontos do mundo. António Carneiro – Tem 62 anos e destaca-se por ser o presidente da Região de Turismo do Oeste. Residente em Torres Vedras, dirige aquele organismo desde 1984 (em regime de permanência desde 1996). Foi presidente da Associação Nacional das Regiões de Turismo (ANRET) – 1996-2000 e pelo trabalho desenvolvido na área do Turismo já recebeu a Comenda da Ordem de Mérito, atribuída pelo Presidente da República, e a Medalha do Mérito Turístico, Grau Ouro, do Ministério da Economia. (A título póstumo) Rui Garcia da Fonseca. Foi Governador Civil de Leiria entre 1980 e 1991. Grande defensor dos interesses do distrito, contribuiu com a sua acção, prestígio e competência para o desenvolvimento e afirmação distrital. Mantendo com o concelho das Caldas da Rainha, permanente contacto, deixou nas Caldas da Rainha e nos autarcas caldenses a mensagem de um governante atento, interessado e pronto a exercer o seu magistério político para ajudar a resolver os problemas. Associação Regional Caldense (Estados Unidos) – A Associação Regional Caldense, fundada em 1983, hoje é integrada por membros de vários pontos do mundo, também eles emigrantes nos Estados Unidos. Com mais de 400 associados, tem como propósito manter e desenvolver o espírito caldense, apoiar qualquer sócio em dificuldades, oferecer bolsas de estudo aos filhos dos associados (com acesso à universidade) e colaborar com qualquer instituição do concelho para benefício público. Para a comemoração do seu aniversário reúne caldenses, convidados e entidades oficiais, numa festa de grande impacto, que representa uma homenagem ao seu concelho de origem, orgulhando-se de ser em Newark, a 17ª “freguesia” das Caldas da Rainha. Fonseca Ferreira – Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e Gestor do Programa Operacional Regional desde 16 Março de 1998, apoiou a construção do CCC das Caldas da Rainha. Já foi condecorado pela Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Luís Rodrigues – Caldense, publicou diversos livros e dezenas de artigos sobre investigação histórica. Foi galardoado com os prémios Fundação Mário Soares e Aristides Sousa Mendes, pela sua obra “Kennedy-Salazar, A crise de Uma Aliança, As Relações Luso Americanas entre 1961 e 1963”, publicado em 2002. O seu livro mais recente, publicado em 2006, é uma fotobiografia do presidente Costa Gomes. Tem diversos títulos académicos. Grau Prata Alfredo Jales – nasceu em 1921 em Mondim de Basto,. Iniciou os seus estudos de medicina no Porto tendo terminado o seu curso em Coimbra. Faz a especialidade em Oftalmologia no Hospital dos Capuchos em Lisboa, após o que passou a exercer nas Caldas da Rainha, onde desenvolveu a sua actividade durante 50 anos. Foi fundador e membro activo do Movimento Associativo Caldense, director da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha. Foi deputado na Assembleia Municipal. (A título póstumo) João Reis – Nasceu em 1942, filho de um mestre oleiro, também ensino a arte. Fornadas inteiras de novos oleiros saíram das suas mãos. Morreu cedo, com 55 anos, mas deixou a convicção arreigada de ter contribuído para preservar um dos valores culturais que mais falam das Caldas da Rainha, a olaria caldense e a sua tradição. (A titulo póstumo) Carlos Gil – Nasceu em 1940, e veio a falecer faleceu em 2003. “O caldense dos 7 instrumentos”, como carinhosamente era conhecido, desempenhou desde a década de 60 na cidade de Caldas da Rainha uma importante acção no domínio da cultura. Apesar de não ter tido qualquer formação específica de base neste domínio, esteve profundamente ligado ao teatro e à fotografia. Foi fundador do Conjunto Cénico Caldense. No final da década de 70 tornou-se empresário e destacou-se a nível nacional e internacional na produção de espaços expositivos em feiras. Jorge Ventura – Natural de Painho, concelho de cadaval, aos 10 anos fixa residência nas Caldas da Rainha. Em 1974 com toda a família vai para os Estados Unidos. Durante 34 anos desenvolveu sempre uma actividade permanente junto da comunidade caldense além-mar. Associativista, durante mais de vinte anos assumiu e ainda é presidente da associação de comandos – delegação dos EUA e é sócio e presidente do Portuguese Lions Clube de Newark. Nomeado pelo embaixador em Washington e membro representativo da comunidade portuguesa na área consular de Newark, em 2000 foi eleito o homem do ano em Newark pela Fundação Bernardino Coutinho. É sócio fundador e várias vezes presidente da Associação Regional Caldense. António Figueiredo Lopes – nasceu em 1925 em Caldas da Rainha. Foi vice-presidente da Câmara nos finais dos anos 60, tendo substituído na presidência Paiva e Sousa por impedimento prolongado deste. Na sua actividade profissional dirigiu diversas empresas, foi topógrafo e professor. Grau Bronze Associação Desportiva Cultural e Recreativa da Trabalhia – Começou em 1981 e sempre divulgou a sua freguesia, participou em vários eventos e desenvolveu projectos ligados à cultura e ao desporto, nomeadamente folclore, toureio, hipismo, cicloturismo e BTT, desportos motorizados e futebol. No futuro a Associação pretende continuar a ser um elemento aglutinador da população, de forma a promover a união e divulgação desta aldeia da freguesia de Alvorninha. Cooperativa Agrícola de Máquinas dos Casais da Serra – Começou em 1970, quando várias dezenas de agricultores que produziam cereais, sobretudo trigo, na freguesia do Landal, se depararam por altura das ceifas com dificuldades relativas à falta de máquinas para a faina da debulha, que por ser grave, pôs em risco a colheita do ano. Associação Recreativa Desportiva e Cultural de Infantes – Foi a Festa da Padroeira Nª Sr.ª da Piedade, cujas tradições se perdem no tempo, que influenciou a criação da Associação. Em 1979, após a aquisição de um terreno, deu-se início à construção da actual sede, para a realização de eventos sociais, festas e bailes, que até então se realizavam ou na via pública ou em espaços cedidos por particulares. A associação passou a ser um ponto de encontro para a população do lugar, especialmente aos domingos. Rancho Folclórico do Guisado – Foi fundado em 11 de Maio de 1980, afim de preservar e divulgar o património folclórico do Guisado. É constituído por mais de 40 elementos. Foi baptizado com o nome “Flores da Primavera”. Rancho Folclórico “A Alegria da Nossa Terra” – Criado em 1981, efectuou a recolha de letras e cantares que animavam as noites das descamisadas, as manhãs das ceifas e os dias de apanha de azeitona. Cooperativa Agrícola de Máquinas de São Gregório – Criada em 1970, desempenha um papel importante ao nível associativo e de apoio aos agricultores da freguesia de São Gregório.
Medalha de Mérito Municipal
21 de Maio, 2008
Grau Ouro (A título póstumo) Joaquim Pinto Ribeiro, prestigiado industrial, foi fundador e director da Secla, fábrica onde desempenhou até as tarefas de forneiro, técnico de laboratório, acabador e pagador. Criada em 1947, era já nessa época uma das maiores empresas de faianças da região. Pinto Ribeiro transportou para a Secla uma atmosfera evoluída, dotada […]
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