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Ministério Público sem energia para funcionar

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Os serviços do Ministério Público das Caldas da Rainha, que mudaram para instalações provisórias devido às obras no edifício principal do Tribunal, estiveram uma semana parados por falta de potência do quadro eléctrico. “O serviço não está a ser processado porque não há computadores nem telefones”, afirmou Augusto Neves, do Sindicato dos Funcionários Judiciais das […]

Os serviços do Ministério Público das Caldas da Rainha, que mudaram para instalações provisórias devido às obras no edifício principal do Tribunal, estiveram uma semana parados por falta de potência do quadro eléctrico. “O serviço não está a ser processado porque não há computadores nem telefones”, afirmou Augusto Neves, do Sindicato dos Funcionários Judiciais das Caldas da Rainha. As obras de remodelação do Tribunal das Caldas da Rainha, no valor de um milhão de euros, estiveram suspensas por o empreiteiro ter constatado que não tinha espaço para as realizar com todo o tribunal em funcionamento. Nessa altura foi decidido que os serviços do Ministério Público teriam de sair do edifício. O empreiteiro realizou obras de adaptação em duas antigas casas de magistrados na Rua António Sérgio, nas traseiras do Tribunal, para onde se transferiram provisoriamente, a 5 de Maio, os serviços do Ministério Público. “Os serviços estão na prática sem funcionar convenientemente”, manifestou o responsável do sindicato. “Seguramente que esta situação origina mais atrasos nos processos”, disse Augusto Neves, exemplificando que não poderem haver inquéritos por não ser possível efectuar o seu registo. No Ministério Público das Caldas da Rainha trabalham oito funcionários e sete magistrados.

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