Charles Bukowski e José Anjos em “Diga 33 – Poesia no Teatro”

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“Diga 33 - Poesia no Teatro” tem uma sessão no dia 20 de janeiro, às 21h30, altura em que a voz de Charles Bukowski ecoará na Sala Estúdio do Teatro da Rainha sob a música de José Anjos, poeta, diseur, músico com vasta experiência nos terrenos em que a linguagens poética e musical se cruzam.

 

Charles Bukowski nasceu na Alemanha em 1920, embora tenha crescido e vivido durante cinquenta anos em Los Angeles, nos Estados Unidos. Publicou o primeiro conto em 1944, dedicando-se mais recorrentemente à poesia a partir dos trinta e cinco anos. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance: “Pulp”.

Viu publicados em vida quase cinquenta livros de prosa e poesia, entre os quais volumes de contos, crónicas, romances. É um dos autores americanos mais conhecidos a nível mundial, possivelmente também pela aura maldita e marginal que expôs numa obra fortemente autobiográfica que tem no alter ego Henry Chinaski a sua principal criação.

José Anjos (1978) foi advogado durante doze anos, dedicando-se agora às atividades de escritor, diseur, músico e programador. Participa em vários projetos como baterista (não simão, A Favola da Medusa), guitarrista (Poetry Ensemble e mao-mao) e diseur (Lisbon Poetry Orchestra, No Precipício era o Verbo, Navio dos Loucos, O Gajo).

Publicou os livros de poesia “Manual de Instruções para Desaparecer” (2015, Abysmo), “Somos contemporâneos do impossível” (2017, Abysmo), “Uma fotografia apontada à cabeça” (2019, Abysmo), “O escultor de pássaros livres” (2021, Nova Mymosa), e “Exorcismos de estilo” (2023, Paper View Books).

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