Uma coprodução do Teatro da Rainha com o Teatro das Beiras, “A Noite dos Visitantes” estreou na Covilhã e por lá andou em digressão cumprindo uma dúzia de datas em diferentes freguesias do interior beirão. Esteve em cena, sempre com auditório lotado, na ruína da antiga Casa da Cultura, nas Caldas da Rainha, durante uma semana consecutiva, percorrendo posteriormente várias freguesias do concelho.
Para todas as idades, esta peça popular, escrita em verso, é uma parábola divertida, mas séria, da guerra entre impérios.
Em janeiro, o Teatro da Rainha dará continuidade ao trabalho em torno de uma nova criação, “A Árvore que Sangra”, de Angus Cerini.
Com tradução de Isabel Lopes, encenação de Fernando Mora Ramos e interpretações de Isabel Lopes, Mafalda Taveira e Marta Taveira,esta peça é a história de um parricídio. Mãe e filhas matam o pai.
“A Árvore que Sangra” é uma coprodução do Teatro da Rainha com o CCC e tem estreia agendada para 12 de março, no Pequeno Auditório do CCC.
No dia 4 de janeiro, pelas 17h00, serão acolhidos na Sala Estúdio do Teatro da Rainha, os Bonecos de Santo Aleixo. Esta trupe de títeres tradicionais, propriedade do Centro Dramático de Évora, é manipulada por “uma família”, constituída por atores profissionais, que garantem a permanência do espetáculo, assegurando assim a continuidade desta expressão artística alentejana. É um espetáculo para miúdos e graúdos.
Diga 33 – Poesia no Teatro regressa em janeiro para mais uma temporada, a nona, de programação anual. No dia 20, às 21h30, na Sala Estúdio do Teatro da Rainha, “José Anjos toca Bukowski” será um momento de encontro entre a música e a poesia.
Maldito entre os malditos, Charles Bukowski (1920-1994) foi um poeta, romancista e contista norte-americano com uma obra cujas marcas essenciais são um discurso direto e áspero, rubricado por uma revisão diarística da vida nas ruas, entre prostitutas, bêbedos e indigentes, num retrato de uma América decadente, antítese do grande sonho americano, que o autor conheceu como ninguém.
José Anjos é poeta, músico e diseur. Tem participado em vários projetos como baterista (não simão, A Favola da Medusa), guitarrista (Poetry Ensemble e mao-mao) e diseur (Lisbon Poetry Orchestra, No Precipício era o Verbo, Navio dos Loucos, O Gajo).
No âmbito de uma parceria do Teatro da Rainha com a Fundação da Casa de Mateus, em Vila Real, de 5 a 9 de janeiro decorre naquela cidade uma Oficina de Escrita dedicada às novas dramaturgias, orientada pelos escritores Manuel Portela e Henrique Manuel Bento Fialho, dois dos autores do projeto de escrita colaborativa que resultou na produção do espetáculo “Quem está aí?”, estreado em março deste ano.



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