O teatro assume especial destaque, com a continuidade do trabalho do Teatro da Rainha, companhia que celebra 40 anos de percurso e passa a ser semi-residente no CCC. Este trimestre apresenta Noite dos Visitantes, de Peter Weiss, e em coprodução com o CCC, A Árvore que Sangra, de Angus Serini.
A programação teatral integra ainda Corpo Totémico, da Ordem do Ó, Do Tirar pelo Natural, da Companhia João Garcia Miguel, e Lar Doce Lar, com Maria Rueff e Joaquim Monchique.
Na música, do tradicional Concerto de Ano Novo, pela Banda Comércio e Indústria, às atuações de Zero Massive, Allamedah, João Pimenta Gomes, este último no âmbito do projeto Sororidade e Pedro Abrunhosa, a programação percorre diferentes universos sonoros. Juntam-se concertos da Banda Filarmónica de A-dos-Francos, da Orquestra Metropolitana de Lisboa e dos Anónimos de Abril, assinalando o 16 de março nas Caldas da Rainha, além de dois grandes espetáculos do Teatro Nacional de São Carlos.
O Connect Fest, mostra multidisciplinar da ESAD.CR, promove o encontro entre diferentes áreas artísticas. Os alunos finalistas da Licenciatura de Teatro da ESAD.CR apresentam o espetáculo Dançar sobre as feridas, enquanto o Café-Concerto acolhe o Palco é Teu, dedicado a bandas locais em ascensão, reforçando a ligação à comunidade criativa da região.
Nas artes visuais, a exposição Contranatura, de Sebastião Casanova e Bartolomeu Gusmão, desafia o olhar e o pensamento.
A mediação cultural ganha corpo em várias iniciativas, com destaque para Uma Outra Forma, da CIM – Companhia de Dança, na Biblioteca Municipal, no âmbito do programa CCC Fora de Portas, que leva criações artísticas a outros espaços da cidade, onde se inclui concertos de solistas do Festival de Piano – SIPO, no Centro de Artes e da OML no Museu José Malhoa.
O cinema terá sessões do IndieJúnior dirigidas às escolas e a exibição de filmes marcantes do cinema contemporâneo, como A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos, Sirât, de Oliver Laxe, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho.



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