PATO contesta perda de docente destacada para educação ambiental

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A Associação de Defesa do Paul de Tornada (PATO), das Caldas da Rainha, manifestou a sua “profunda preocupação” face à decisão do Ministério da Educação, Ciência e Inovação de determinar o regresso forçado, a partir de janeiro, de três docentes integrados na Rede Nacional de Professores Coordenadores de Projetos de Educação Ambiental, às respetivas escolas de origem, interrompendo a sua mobilidade estatutária em Organizações Não-Governamentais de Ambiente.

 

A docente em mobilidade na PATO foi notificada para cessar a sua mobilidade, o que significa que a associação irá perder o apoio técnico e pedagógico que considera vital para os seus projetos de educação ambiental.

“Trata-se de uma decisão com impacto estatístico nulo na resolução da crise estrutural do sistema educativo, em particular no 1.º Ciclo do Ensino Básico, mas com consequências profundamente negativas e imediatas para a capacidade nacional de desenvolver, coordenar e garantir educação ambiental de qualidade junto das comunidades escolares”, sustentou a PATO.

A docente em mobilidade na Associação PATO assegurava a coordenação pedagógica de projetos de educação ambiental de âmbito local e nacional, desenvolvidos ao abrigo de protocolos formalizados com municípios, empresas e entidades públicas.

Para a a PATO, a interrupção desta mobilidade terá “consequências graves”, entre as quais, “comprometimento do trabalho pedagógico programado com as escolas e a formação de docentes, comprometimento da execução de projetos enquadrados nas estratégias nacionais de educação ambiental e cidadania, e incumprimento de compromissos institucionais assumidos com autarquias, empresas e escolas”.

Foi feito um apelo ao Ministério para a reavaliação da decisão.

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