Autarcas querem adquirir parte da Rodoviária do Oeste

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Os doze presidentes de câmara que compõem a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM) aprovaram nas Caldas da Rainha, no passado dia 18, uma deliberação que marca o arranque do processo com vista à aquisição de 51% das participações sociais da empresa Rodoviária do Oeste, num investimento estimado de 5,8 milhões de euros.
O objetivo dos autarcas do Oeste é melhorar a prestação do serviço

Os doze presidentes de câmara que compõem a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM) aprovaram nas Caldas da Rainha, no passado dia 18, uma deliberação que marca o arranque do processo com vista à aquisição de 51% das participações sociais da empresa Rodoviária do Oeste, num investimento estimado de 5,8 milhões de euros.

O presidente do Conselho Intermunicipal da OesteCIM, Pedro Folgado, disse à agência Lusa que a expetativa dos autarcas é que a medida possa ser implementada até ao final do mandato, em 2025, mas “por se tratar de um processo novo, sem igual no país, é natural que demore mais tempo”, apesar de a comunidade intermunicipal estar a recorrer “a vários consultores, jurídicos e financeiros para sustentar esta decisão”.

Para os autarcas do Oeste, trata-se de “um processo muito importante que resultará numa política pública que pode providenciar um serviço de mais proximidade, de mais qualidade”.

A OesteCIM, que já tinha assumido competências na área dos transportes públicos, aponta, entre outras vantagens, o facto de “futuramente poder haver uma melhoria do material circulante” face à possibilidade de esta entidade se poder “candidatar a fundos para autocarros elétricos e aumento das linhas” que servem a região.

Fazem parte da OesteCIM os municípios de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos, Peniche, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.

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Este texto é um reconhecimento. Escrevo-o porque sei que os factos aconteceram desta forma. Porque conheço quem tomou a decisão. Porque sei como foi ponderada, discutida, insistida. E porque nem sempre quem evita a tragédia é quem aparece a explicá-la.

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