Secretário de Estado na Adega Cooperativa da Vermelha

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O secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Rui Martinho, esteve no passado dia 14 na Adega Cooperativa da Vermelha, no concelho do Cadaval, na sequência do périplo que anda a fazer pelo país a visitar as regiões vitivinícolas, cabendo desta vez à região de Lisboa, onde se insere o Cadaval.
Arranque na Vermelha de um périplo pelo país

O secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Rui Martinho, esteve no passado dia 14 na Adega Cooperativa da Vermelha, no concelho do Cadaval, na sequência do périplo que anda a fazer pelo país a visitar as regiões vitivinícolas, cabendo desta vez à região de Lisboa, onde se insere o Cadaval.

“Estamos a começar a visita por uma instituição de referência nesta região e no panorama dos vinhos nacionais e que se insere numa região que é Lisboa, que tem vindo a ter um crescimento extraordinário e uma afirmação fantástica nos mercados, quer nacionais quer internacionais”, afirmou o governante.

De acordo com o secretário de estado, o objetivo da visita foi “fazer o balanço como decorreu a campanha, quais são as principais dificuldades que ainda existem e encontrar as formas que nos permitam dar as melhores respostas aos problemas, em articulação com o Instituto da Vinha e do Vinho, a Direção Regional de Agricultura, a Comissão Vitivinícola Regional e os produtores”.

Rui Martinho reconheceu que “o período da pandemia perturbou o investimento que estava a ser desenvolvido”, avançando que “estamos a abrir novos concursos assegurar que as dotações do quadro comunitário de apoio sejam integralmente aplicadas no setor do vinho”.

Em relação às empresas que registaram quebras de vendas, “desenvolvemos ao longo da pandemia um conjunto de medidas para apoiar a armazenagem privada e na área da destilação de crise, em que havia problemas de escoamento e a necessidade de retirar esses vinhos do mercado, e criámos uma medida que permitia atribuir aos produtores um valor que podia chegar até 50 mil euros, que tinha a ver com as quebras que tiveram”.

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