José Bernardo Nunes, do PSD

“Dar continuidade à linha de trabalho que tínhamos definido” motiva recandidatura

Mariana Martinho

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O presidente da Câmara do Cadaval, o social-democrata José Bernardo Nunes, que se recandidata ao cargo pela terceira vez nas próximas eleições autárquicas, foi o primeiro dos candidatos a ser convidado do programa “Especial Autárquicas 2021” da Rádio Mais Oeste (94.2 FM) em colaboração com o JORNAL DAS CALDAS, que decorreu no passado dia 19, e onde afirmou que pretende “continuar a manter aquilo que já estava definido na linha de rumo há muito anos”.
José Bernardo Nunes foi o primeiro candidato a ser entrevistado pelo programa “Especial Autárquicas 2021” da Rádio Mais Oeste (94.2 FM) em colaboração com o JORNAL DAS CALDAS

José Bernardo Nunes, de 57 anos, professor, agricultor, ex-vereador da câmara e atual presidente da Câmara Municipal do Cadaval, sempre fez toda a sua vida profissional no Cadaval, estando desde muito novo ligado a associações do concelho. Decidiu recandidatar-se ao seu terceiro e último mandato, pois, “julgo que a experiência autárquica que adquiri ao longo dos anos, aliada à minha experiência pessoal, profissional e associativa, me permitem continuar a desempenhar de forma competente as funções de presidente da câmara”, sublinhou o candidato do PSD.

O autarca referiu que pelo apoio e incentivo que tem recebido acredita que “as pessoas confiam no trabalho do executivo social-democrata, havendo sempre mais a fazer, e é esse o desafio a que me candidato, com a mesma entrega, motivação e dedicação do primeiro dia em que assumi funções na Câmara Municipal”. Caso seja eleito, pretende “essencialmente dar continuidade à linha de trabalho que tínhamos definido, sobretudo na área social.

No que diz respeito ao programa abem: Rede Solidária do Medicamento, o candidato disse que “tem estado a ter adesão, sendo fundamental garantir acesso à medicação sem qualquer custo para quem tem rendimentos baixos”.

O candidato pretende ainda “continuar a recorrer aos fundos comunitários, com candidaturas já submetidas para investir na conclusão de percursos pedonais no concelho e na Serra de Montejunto, sendo a grande obra do próximo mandato, e ainda investir em arranjos urbanísticos, na criação de uma incubadora de empresas e na construção da habitação social”.

Existe também a “previsão de um milhão e 800 mil euros de obras para desenvolver entre 2022 e 2024, coincidindo assim com o próximo mandato”, por isso “se conseguirmos resolver o problema de habitação condigna, alimentação e medicação melhorávamos em muito a condição de vida das pessoas com dificuldades”.

“Somos um concelho pequeno, com uma situação financeira muito estável e não temos o hábito de contrair empréstimos, não ser que haja situações extraordinárias que a isso obriguem”, referiu.

O social-democrata relatou que “a pandemia de Covid-19 apanhou-nos a todos de surpresa, sendo uma realidade que ninguém conhecia e para qual não estávamos preparados, mas que teve sem dúvida um impacto social e uma exigência de todos”.

“A verdade é que os números são o espelho daquilo que tem sido feito para não haver propagação do vírus”, apontou o candidato do PSD, referindo que a pandemia também vai acabar por afetar este ano “aquilo que se estava habituado a fazer nas campanhas eleitorais nos meios rurais”. “Julgo que tudo vai ser limitativo até mesmo para a própria constituição das listas, sendo cada vez mais difícil encontrar pessoas que estejam disponíveis para integrar listas”, frisou José Bernardo Nunes.

Segundo o autarca do Cadaval, “não há o convívio social que existia antes e onde muitas vezes começavam a surgir os projetos e ideias de forma natural”.

Com a pandemia, a autarquia também adotou medidas de apoio, quer na água, quer no IMI, de modo “a apoiar as pessoas que tenham menos rendimentos, nomeadamente inferiores ao ordenado mínimo nacional”.

“Os munícipes podem contar comigo para qualquer dificuldade”, assegurou. Por isso “é fundamental estar próximo da população, como sempre estive”.

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