Colheita de sangue reduz carências agravadas pela pandemia

Francisco Gomes

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Preocupado com as “reservas em mínimos críticos”, o motoclube Lobos Lusitanos organizou no passado domingo, na sede da Associação Social e Cultural Paradense, no Chão da Parada, nas Caldas da Rainha, uma recolha de sangue que contou com 83 dadores, respondendo assim à diminuição de colheitas que têm vindo a ser realizadas devido à pandemia da Covid-19 e à menor afluência às que são concretizadas, devido às restrições e receios por causa do vírus.
Recolha na Associação Social e Cultural Paradense, no Chão da Parada

“Ficámos muito satisfeitos com a grande participação, numa altura em que se torna ainda mais importante porque com o desconfinamento e o regresso gradual dos hospitais às cirurgias programadas, vai ser preciso mais sangue”, manifestou Alfredo Nunes, dos Lobos Lusitanos.

A iniciativa, que estava marcada antes da pandemia, foi adaptada às circunstâncias, não contando com o previsto convívio motociclista nem com almoço. Foram cumpridas as regras de segurança sanitária, como o distanciamento, uso de máscara, para além de ser medida a temperatura aos dadores e feito um pequeno inquérito antes da doação pelos técnicos do Instituto Português do Sangue e Transplantação.

Entretanto, a Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Caldas da Rainha vai realizar uma recolha de sangue e dador de medula óssea no dia 15 de maio, das 15h às 19h, na Sociedade Columbófila Caldense.

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