É a segunda vez que fica adiado o arranque do julgamento, depois da sessão falhada no dia 27 de novembro. A própria juíza titular do processo já se queixou que as falhas no sistema Citius e os seus bloqueios frequentes inviabilizam um trabalho célere e responsável. Mário Sousa, proprietário do Campbell’s bar, no Nadadouro, nas Caldas da Rainha, onde ocorreram os incidentes que determinaram a acusação em julho de 2017, durante uma festa de casamento, revelou que pretende uma indemnização de 1900 euros pelos prejuízos causados, que entregará a uma instituição de caridade, e um pedido de desculpas formal. Os dois homens e a mulher são acusados de terem forçado uma mesa de matraquilhos e retirado dez bolas, e provocado danos no estabelecimento, depois de terem entornado diversas cervejas sobre o balcão e um deles ter urinado contra o lado de fora do balcão. Terá sido usado um ferro para forçar a gaveta das bolas e a gaveta do dinheiro da mesa de matraquilhos, acabando, no entanto, só por serem retiradas as bolas, que repartiram entre eles, de acordo com a acusação. Segundo o proprietário, as bolas terão sido utilizadas para partir vidros de uma loja e de um carro na cidade das Caldas. Por ser furto qualificado a queixa não pode ser retirada e o procedimento criminal terá de seguir até ao fim. Imprecisões da acusação ou falta de provas poderão ser invocadas pelos defensores dos arguidos. O início do julgamento foi remarcado para 6 de janeiro.
Furto de bolas de matraquilhos em julgamento nas Caldas
Últimas
Artigos Relacionados
Detido pela PSP por agredir mãe e intimidar polícias
Um homem de 46 anos que agrediu e injuriou a mãe, existindo anteriormente outros processos em investigação relacionados com a prática do mesmo tipo de crime, foi detido em Peniche pela PSP.
Fechar a estrada antes que o rio decidisse por nós
Este texto é um reconhecimento. Escrevo-o porque sei que os factos aconteceram desta forma. Porque conheço quem tomou a decisão. Porque sei como foi ponderada, discutida, insistida. E porque nem sempre quem evita a tragédia é quem aparece a explicá-la.
Adolescente levou réplica de arma para a escola para se proteger de bullying
Os agentes da Escola Segura da esquadra da PSP da Nazaré receberam o alerta de que um jovem estaria na posse de uma arma num estabelecimento de ensino da vila e foram de imediato ao local para confirmarem a presença de um objeto ilegal. Ao analisarem em pormenor perceberam tratar-se de uma "reprodução de arma de arma de fogo de calibre 6mm", revelou o Comando Distrital da PSP de Leiria.



0 Comentários