Câmara reabriu as Termas

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Em dezembro de 2015, o Estado cedeu o hospital, o Parque D. Carlos I e a Mata Rainha D. Leonor à autarquia. Suspensos há vários anos devido à presença da bactéria “legionella”, detetada nas canalizações, os tratamentos no Hospital Termal das Caldas da Rainha foram retomados a 1 de julho, após um investimento da Câmara no valor de meio milhão de euros na requalificação do balneário novo, onde foram feitos melhoramentos.

A Câmara fez um investimento de 200 mil euros na substituição das condutas e da canalização que transporta a água desde as nascentes, localizadas na Mata Rainha D. Leonor, até ao hospital.

Logo na reabertura estavam inscritas para inalações 154 pessoas. Iam ter consultas asseguradas por um corpo clínico de dois médicos, um dos quais Jorge Santos Silva, director clínico da unidade e vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Hidrologia Médica.

Havia também 62 inscrições para tratamentos músculo-esqueléticos, área que, no entanto, só irá ser disponibilizada dentro de um ano, na ala sul do Hospital Termal, edifício que irá ser submetido a uma intervenção orçada em mais meio milhão de euros.

A estimativa é que a obra, que inclui uma zona de banheiras, esteja concluída no próximo verão.

Depois desta segunda fase, a câmara avançará para a última intervenção de recuperação do património termal com mais um investimento de 600 mil euros no rés-do-chão do balneário novo, onde será construída uma área para tratamentos de duches e banheiras e uma piscina termal.

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