“Trata-se de uma comida adequada, que custa um euro e pode ser dada pelas pessoas”, revelou Vítor Marques, presidente da junta, lembrando que o regulamento do parque proíbe que se dê comida aos animais, embora tenha havido permissividade.
Ana Marques, responsável pelo Café Smash, revelou que “é habitual ver arroz e pão a sujar o lago, para além de restos de comida que faz com que apareçam pombos e ratos”, pelo que teve a ideia de arranjar esta máquina com “comida certificada”.
A máquina terá o logotipo da junta de freguesia e um texto descritivo sobre a alimentação, para além de um local para a reciclagem dos copos de plástico que contêm a comida.
O equipamento será recolhido todos os dias, para evitar furtos.
“É uma boa ideia para evitar que as pessoas alimentem os animais com comida que é desajustada”, comentou ao JORNAL DAS CALDAS Ana Ferreira, uma frequentadora do parque.




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