Decorre um prazo de 120 dias para os donos do prédio (19 municípios do distrito de Santarém) se pronunciarem. A posição, aprovada em reunião do executivo camarário, surge depois do incumprimento dos pedidos para realizarem intervenções no local e impedirem que a sua degradação coloque pessoas e bens em risco.
À degradação do edifício, que se acentua há anos, junta-se a falta de segurança de um espaço que tem sido abrigo de toxicodependentes e onde já ocorreram dois incêndios, um dos quais quase chegou às residências vizinhas.
Caso tome posse administrativa do edifício, o município da Nazaré irá fazer obras coercivas, tapando janelas, portas e vãos, imputando, depois, os custos à Associação de Municípios do Vale do Tejo.



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