Até ao final do ano, as escolas e empresas que integram os doze municípios da OesteCIM (Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras) irão participar ativamente na recolha destes resíduos perigosos, assegurando o seu tratamento adequado e ajudando quem mais precisa, através da entrega de donativos a instituições de cariz social, já no início do próximo ano.
Por cada 500 kg de pilhas usadas recolhidas irão ser doados 250€ a instituições de cariz social de cada um dos municípios envolvidos, perfazendo um total de doze donativos, traduzidos em bens essenciais e obras sociais.
O valor do donativo a atribuir a cada um dos municípios corresponderá ao somatório de pilhas recolhidas nas escolas e empresas e será sorteado entre as doze instituições alvo no final da iniciativa.
As pilhas e baterias são resíduos perigosos porque têm na sua composição substâncias nocivas para o ambiente e para a saúde humana, tais como metais pesados tóxicos e não-biodegradáveis – cádmio, lítio, níquel, mercúrio e chumbo. O seu abandono indiscriminado pode conduzir à contaminação do solo, dos cursos de água e lençóis freáticos, e ter efeitos adversos na fauna e flora. Em última análise, algumas destas substâncias podem entrar na cadeia alimentar e chegar aos seres humanos.
Estes resíduos podem ser encaminhados através da rede Depositrão, da ERP Portugal, que conta com 2600 pontos de recolha, dos quais constam os municípios do Oeste onde é possível depositar seletivamente pilhas e acumuladores.



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