“Volvidos mais de dez anos sobre o pedido inicial feito então pelo executivo daquela Junta de Freguesia para que a Câmara Municipal concluísse a construção da rede de saneamento básico no Vilar, e após várias diligências feitas junto dos executivos nos últimos anos, em diversos pontos da freguesia o esgoto a correr a céu aberto continua a ser uma realidade. Recentemente, com a falta de água nas ribeiras, o cheiro nauseabundo intensificou-se e o problema agravou-se bastante”, referiram os socialistas.
“Trata-se de um grave problema de saúde pública e, do ponto de vista ambiental, um verdadeiro atentado. O saneamento básico (e a ligação das redes domésticas aos coletores públicos) deveria ser um direito de todos e uma prioridade para o executivo camarário, tanto mais que a taxa de saneamento paga pelos munícipes engloba a “recolha e o tratamento”. Ou seja, no Vilar paga-se por um serviço que não existe, o tratamento”, manifestaram os autarcas do PS.
Entretanto, os socialistas, no seguimento da negociação da Área Metropolitana de Lisboa (AML) com o Governo para baixar o preço dos transportes públicos, apresentaram uma moção afirmando “não aceitar que um passe mensal de transporte público rodoviário do Cadaval para Lisboa continue a custar 163,50€ (ou Bombarral na rápida), sendo que se for um passe combinado para deslocações dentro de Lisboa o custo se agrava para a 186,50€”. De igual modo, também rejeitam que “um passe mensal de transporte público do Vilar para Torres Vedras continue a custar 61,70€ ou do Painho para Caldas da Rainha continue a custar 71,60€, para falar nos de valor mais baixo, enquanto que, pela proposta em estudo pelo Governo, um passe mensal único para a AML possa vir a custar 40,00€”, pelo que exigem que a proposta agora anunciada para o Orçamento de Estado para 2019 seja alargada ao Município do Cadaval.
A moção foi aprovada por unanimidade.




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