A bactéria ‘legionella pneumophila’ foi detetada “num lava loiça de uma copa (sala de apoio)” do serviço, “em valores baixos, de cinco UFC/1000 ml”, disse à agência Lusa o diretor clínico do CHO, António Curado, que assegurou que, para além da copa, “não há quaisquer doentes afetados nem serviços condicionados”, nem se prevê que venha a ser necessário o encerramento de qualquer serviço do hospital das Caldas da Rainha.
A presença da bactéria “foi detetada durante as análises de rotina regulares” à água daquela unidade, cujos resultados foram conhecidos no dia 3 de abril e “dizem respeito a recolhas efetuadas a 21 de março”.
O diretor clínico adiantou que foram já realizados “choques térmicos e reforço da concentração de cloro, através dos Serviços Municipalizados das Caldas da Rainha” a par com outras intervenções técnicas no setor afetado, entre as quais “a colocação de bomba de reforço da circulação no circuito e eliminação de válvula termostática”.
Foram ainda realizadas desinfeções químicas de perlaptores e chuveiros em toda a ala da zona e “o acesso à torneira com resultado positivo foi vedado até novas análises”.
A presença da bactéria ‘legionella” tinha já determinado, em janeiro, o encerramento de um dos dois serviços de Ortopedia do Hospital de Torres Vedras, outra das unidades do CHO, mas, segundo o diretor clínico “as análises de Ortopedia de Torres Vedras e de todos os outros serviços do CHO estão atualmente negativas”.




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