A familiar de uma utente disse ter efectuado uma reclamação porque ela entrou a seguir a meia-noite da passada quarta-feira e foi-lhe dada pulseira laranja, o que deveria levar a que, pelo tempo estimado, fosse atendida até dez minutos, quando apenas foi quase três horas depois.
Segundo a familiar, outro utente, com pulseira amarela (cuja margem de tempo para atendimento é de até 60 minutos), encontrava-se no hospital desde as 10h30 da manhã e mantinha-se lá à meia-noite.
A administração do CHO não respondeu se se confirmavam-se casos de espera em excesso de tempo em relação ao previsto na triagem de Manchester, e se em caso afirmativo a que se devia em concreto, que transtornos causavam aos utentes e como tencionava o CHO resolver a situação.




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