Comissão de Utilizadores da Rápida Verde insatisfeita com novos horários

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A Comissão de Utilizadores da Rápida Verde lamentou que a alteração de horários comunicada pela Rodoviária do Oeste, com efeitos desde 2 de novembro, e que introduziu mais um horário entre Caldas da Rainha e Lisboa entre as 06h00 e as 06h30, e mais um horário entre Lisboa e Caldas às 14h30, não tenha levado em conta qualquer das pretensões expressas pela petição subscrita por mais de 180 passageiros e remetida à Rodoviária do Oeste e à Rodoviária do Tejo, em junho último.

Apesar de, segundo a Rodoviária do Oeste, esta alteração “responder aos pedidos dos seus clientes ao longo dos últimos meses”, para a comissão “não fica demonstrado que o mero aumento de oferta com mais um horário em cada sentido resulte numa aproximação às necessidades que os utilizadores regulares vêm manifestando ao longo dos últimos meses”.

Esta discordância foi manifestada à Rodoviária do Oeste, tendo sido reiterada “a vontade dos passageiros em prosseguirem a demanda pelas melhorias do serviço e pela reposição das rápidas diretas”.

É solicitado à Rodoviária do Oeste que promova uma solução que se traduza “em redução dos cerca de vinte minutos, acrescidos, desde a alteração de horários em maio de 2017, no tempo de viagem em cada direção aos passageiros de Alcobaça, Nazaré e Caldas da Rainha, com a reposição de rápidas diretas”.

Os utilizadores da Rápida Verde querem também “a garantia de transporte no horário escolhido aos passageiros que iniciam o seu percurso no Bombarral, tendo em consideração que sistematicamente os autocarros estão sobrelotados, mesmo após a introdução, às 06h10, de mais uma rápida no sentido Norte-Sul”.

Exigem ainda a “redução das avarias (inspeções frequentes e renovação da frota automóvel) e supressão dos incumprimentos no serviço (por atraso ou falta de comparência dos autocarros)”.

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