A bomba foi “acidentalmente pescada” pela embarcação “Mar Salgado” e logo após a comunicação da descoberta às autoridades a Polícia Marítima foi imediatamente ativada pela capitania da Nazaré, que se dirigiu para o porto de pesca e procedeu a um perímetro de segurança.
Entretanto, chegados ao local, uma equipa pertencente ao Destacamento de Mergulhadores Sapadores (DMS) Nº1 reavaliou a situação e elaborou o plano de ação, que passava por sair para fora do porto da Nazaré – para uma área com um perímetro de segurança de mil metros, garantidos pela Polícia Marítima, estando também o Instituto de Socorros a Náufragos no local.
O passo seguinte seria afundar o engenho explosivo a vinte metros de profundidade e depois proceder à contradetonação, garantindo desta forma a segurança para pessoas e embarcações.
De realçar a colaboração do mestre do arrastão, que devido ao peso da bomba prestou-se a transportar para o local onde iria ser afundada e contradetonada pelos mergulhadores da Marinha.
A equipa de mergulhadores da Marinha analisou o engenho, que tinha entre 1,50 a 1,60 de comprimento, e aparentemente seria uma bomba de aeronave do tipo MK82 e que poderia ter no seu interior um tipo de explosivo equivalente a 600 quilos de TNT. Apresentava um elevado grau de corrosão.
Os mergulhadores da Marinha que estiveram na Nazaré são especializados em reconhecer e inativar engenhos explosivos convencionais ou improvisados.




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