O sismo foi registado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) no dia 1 de fevereiro, pelas 23h22, tendo logo a seguir as redes sociais sido inundadas por comentários sobre a situação, basicamente a darem conta de um ligeiro estremecimento ou que animais como cães e gatos ficaram agitados. Também houve quem não tenha sentido nada.
No distrito, de Leiria ao Bombarral, os quartéis dos bombeiros receberam muitas chamadas a relatar o sismo mas nenhuma delas com queixas de prejuízos. “Este sismo não causou danos pessoais ou materiais”, confirmou o IPMA.
De acordo com o IPMA, a intensidade do sismo provoca habitualmente o seguinte cenário: “Os objetos suspensos baloiçam. A vibração é semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados ou à sensação de pancada de uma bola pesada nas paredes. Carros estacionados balançam. Janelas, portas e loiças tremem. Os vidros e loiças chocam ou tilintam”.
Uma réplica, com magnitude 2.6, foi registada pelas 01h36, novamente com epicentro próximo de Porto de Mós.
A ocorrência acabou por se tornar tema de conversa durante a manhã seguinte.



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