No dia 19, pelas 17h30, serão também ligadas as luzes de Natal, este ano, com uma área de “mais de 5.000 metros”, contemplando 37 artérias, três rotundas da cidade e dez rotundas da circular urbana, oito largos e praças e cinco edifícios e monumentos, adornados com luzes ‘led’ vermelhas e branco quente.
Para condizer com o tema deste ano, a árvore será “vestida de dourado”, revela a ACCCRO, anunciando que haverá mais animação com diversas iniciativas, “todas as sextas, sábados e domingos” e entre as novidades deste ano está “um comboio turístico entre os dias 8 a 23 de dezembro que percorrerá, gratuitamente, os principais pontos turísticos da cidade”.
A iluminação e a animação de Natal na cidade das Caldas da Rainha, que encerra a 6 de janeiro de 2017, têm um orçamento de 210 mil euros, 96 mil dos quais financiados pela autarquia (76 mil euros para a árvore de Natal e iluminação da cidade e 20 mil para a animação) e o restante pela ACCCRO (entidade promotora) e patrocinadores.
A árvore de Natal, que começou a ser montada na passada quinta-feira, tem um diâmetro de 20 metros e uma altura de 35 metros, a que se somarão mais seis metros de uma estrela a colocar no topo.
Está assente “numa estrutura com 10 bidons de mil litros de água cada, que suportarão os esticadores que garantirão a estabilidade da estrutura com um peso de 10 toneladas”, afirmou Paulo Agostinho.
A chegada do Pai Natal, acompanhado por cerca de 50 duendes, no dia 26 de novembro, “será também de sonho, vindo num lindo e alegre comboio turístico, para o deixar confortavelmente na sua casa na Rua Dr. Miguel Bombarda”, adiantou o responsável.
Ao longo das seis semanas de iluminação a cidade contará igualmente com um programa de animação, concursos de árvores de Natal e um presépio no topo da Praça da Fruta com as peças de grande dimensão da imagem de Maria com Jesus ao colo e José, que foram recuperadas.
“Queremos que as pessoas sintam a magia de estar a viver um sonho, recheado de muita música, arruadas, animação infantil do imaginário da Disney, contos infantis, exposição das Árvores das Escolas e do “Mundo das “Árvores”, dança, pinturas faciais, balões modulares, e outras surpresas, pretendendo criar dinamismo e alegria, para que a cidade se torne um polo de atração bastante apelativo e convidativo para as famílias nesta altura festiva”, sublinhou Paulo Agostinho.
Está previsto o envolvimento de mais de 50 associações culturais, desportivas, recreativas da região, criando sinergias entre as diversas valências de cada uma, em prol da animação da cidade.
O presidente da ACCCRO apelou aos caldenses para participarem no concurso “a minha varanda brilha mais neste Natal”, que visa “alcançar as 500 varandas iluminadas”. O objetivo é tornar as Caldas “a cidade mais brilhante e mais doce de Portugal”, disse Paulo Agostinho.
Entre os dias 8 e 11 de dezembro, Caldas da Rainha vai acolher o segundo festival de Street Food, na Avenida 1º de maio.
Este é o segundo ano em que a autarquia e a ACCCRO apostam na colocação de uma árvore de grandes dimensões, depois de no ano passado a associação ter registado um “aumento de visitantes à cidade em resultado da animação e da iluminação de Natal, em que foram investidos 81 mil euros”. Paulo Agostinho pretende com este projeto Natal 2016 contribuir “para a afirmação das Caldas da Rainha como cidade do termalismo e do comércio”, procurando atrair visitantes de todos os concelhos da região Oeste, que “totalizam 350 mil habitantes”.
Tinta Ferreira manifestou que tem havido nos últimos três anos uma evolução “na decoração e iluminação do Natal”. Se na época natalícia do ano passado as pessoas ficaram encantadas com a decoração de Natal na cidade das Caldas, este ano a ACCCRO e a Câmara esperam surpreender ainda mais. “Concluímos que não podíamos fazer menos do que tínhamos feito, e para continuar a ter a mesma qualidade com o intuito de ser um elemento de afirmação no comércio e serviços, aumentámos a nossa comparticipação financeira”, explicou o autarca.
Tinta Ferreira sublinhou ainda que a cidade tem mais “espaços comerciais ocupados” e que “felizmente ultrapassámos a fase da crise em que tínhamos algumas ruas, com muitas lojas fechadas”. “Temos tido investimento comercial nas Caldas da Rainha porque os empresários reconhecem uma cidade com condições para a atividade”, adiantou, Tinta Ferreira.
Marlene Sousa





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