Refood das Caldas encontra instalações e pede apoios para equipar sede

Marlene Sousa

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
O centro operacional do projeto “Refood” nas Caldas da Rainha vai começar a funcionar no dia 1 de dezembro. Depois de meses à procura de um local para acolher a sua base, a organização já conseguiu um espaço, na Praceta Arnaldo Fortes, n. 28, no Bairro dos Arneiros, que agora necessita de ser operacionalizado de forma a desenvolver a sua atividade, distribuindo comida recolhida em restaurantes por famílias carenciadas. Não conseguindo a cedência de um espaço, os elementos do Refood tiveram que alugar as instalações por um preço simbólico.
O Refood Caldas da Rainha já tem um centro de operações que irá começar a funcionar no dia 1 de dezembro

A equipa das Caldas está agora a preparar a sede para no início de dezembro ir para o terreno. “Queremos arrancar no dia 1 de dezembro. Vamos instalar os equipamentos necessários, como bancada, lava-louça, armários que nos foram oferecidos para podermos começar a recolher as refeições e distribuí-las pelas pessoas”, explica Rui Vieira, presidente do Refood Caldas.

O movimento Refood precisa de mais voluntários dispostos a dar duas horas semanais do seu tempo. Será também necessário algum equipamento como frigoríficos combinados, uma máquina de lavar loiça, sacos térmicos e caixas tipo “tupperware” para o transporte dos alimentos.

Toda e qualquer ajuda ou contribuição financeira será bem-vinda. Os interessados em colaborar podem contactar o Refood Caldas da Rainha através do emailrefoodcaldasdarainha@gmail.compelo telemóvel 960336004.

O Refood é um movimento comunitário independente, 100% voluntário, conduzido por cidadãos, que tem como objetivo recuperar comida em boas condições dos restaurantes para alimentar pessoas necessitadas.

Os núcleos Refood funcionam com voluntários que dão uma pequena quantidade do seu tempo (apenas duas horas por semana) para recolher, preparar e distribuir o excesso de comida dos restaurantes que é aproveitada, em vez de ir para o lixo. Todos trabalham sem salários, com custos baixos e alta produtividade.

Marlene Sousa

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados