Navegador prateado,
Pelas orlas deste mundo…
Não mais quero ser acordado,
Pr’a o barco não ir ao fundo…
Ouço o vento, que me conduz,
Pr’a lá desta terra medonha…
Seus musicais sons são a luz,
Qu’ilumina a noite de quem sonha!
Sofrendo…o horror aperta,
Como eco de gritos, em novelo…
Agora…o meu olhar, assustado, desperta,
Do sonho, transformado em pesadelo!
“Homem do lixo”



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