Se o inferno pudesse ver…
Como viu o poeta dante,
Admiraria tiranos a ferver,
Num suplício agonizante!
Acordem ministros do futuro…
Lembram-se de Hiroxima?
Uma multidão que repousa no escuro,
Aquele tórrido e fétido clima!
A tempestade dilui-se no mundo,
O ventre do oceano sacode,
O núcleo do homem é profundo,
O aroma de “napalm” explode!
São cadáveres que se erguem,
Em cânticos de batalha,
São pecados que emergem,
Entre ruínas e tralha!
“Homem do Lixo”



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