Falo contigo e a resposta são…monossílabos.
Questiono que relacionamento é este, a resposta…são flores.
Ponho-te entre a espada e a parede, a resposta…são viagens, fins de semana surpresa.
Quando bato com a porta na cara, a resposta é…não.
Quando te imponho tratares a tua permanente (ou quase) depressão, a resposta é…não.
Quando digo que atingi o red line do meu equilíbrio, a resposta é…não.
Quando te digo que estou saturada das tuas obstinações, a resposta é…não.
Quando falo que estou farta de tanta descortesia da tua parte para com os demais e para comigo, a resposta é…desculpa.
Quando já não há pachorra para a tua cretinice, a resposta é…desculpa.
Quando estou impregnada da tua miopia, a resposta é…desculpa.
Quando te chamo à realidade da essência das pessoas que te rodeiam, a resposta é…eu gosto.
Quando te expresso o meu desagrado de ter que sorrir quando não me apetece, a resposta é…eu gosto.
O problema é que as tuas respostas tem tanto de curtas como de evasivas e responder com prendas e afins é superficial e descomplicado.
E termino com a pergunta inicial: Afinal que vida é esta?



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