“Isto já não é um problema de mais ou menos contentores e mais ou menos funcionários de limpeza. Isto ultrapassa tudo o que numa sociedade civilizada não devia acontecer. Não podemos exigir um contentor para cada habitante nem um funcionário de limpeza para cada uma das nossas ruas. Isto tem que ver com uma questão de educação e com a falta de autoridade das pessoas que têm o poder. Quando as pessoas que procedem desta maneira e são posteriormente identificadas, nada lhes acontece. Porquê? O resultado dessa política salta à vista. A Lei existe, as posturas municipais existem, incompreensivelmente não se cumprem nem se exige o seu cumprimento. A falta de civismo está bem patente em ambas as situações. Assim fica difícil, senão impossível, pretender ser-se uma cidade turística e acolhedora”, lamenta Carlos Tiago.
“Em Peniche, depois de sinais mal colocados, sinais desaparecidos, sinais em falta, agora é a vez dos sinais escondidos. Será que a informação, para a qual a placa foi concebida e ali colocada, já não tem interesse? Será que, como há pouco que fazer, andam a brincar aos sinais?”, interroga o leitor.








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