Câmara de Óbidos atribui 150 mil euros para intervenção social

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O executivo municipal de Óbidos “assumiu como a sua prioridade melhorar a vida de cada um: a vida das famílias, dos jovens, das instituições, das associações, foi esse o primeiro compromisso. E, nesse sentido, teve consciência que o apoio social tinha de ser reforçado”. Foi desta forma que Celeste Afonso, vereadora com os pelouros da Intervenção Social, Saúde e Desenvolvimento Comunitário, falou sobre a cerimónia de assinatura de protocolos no âmbito do programa de atribuição de apoios municipais a instituições com intervenção social. A ação decorreu dia 29 de julho, em Óbidos, tendo sido distribuídos mais de 150 mil euros a 13 instituições do concelho.
Cerimónia de assinatura de protocolos com instituições com intervenção social

“Estes protocolos visam o apoio na área do financiamento mensal dos Centros de Convívio, do programa Melhor Idade e também das Creches, a aquisição de equipamentos, obras de conservação e remodelação de sedes e empreendedorismo”, explicou a autarca, sublinhando que este é “o maior valor atribuído nesta área em qualquer um dos orçamentos anteriores”.

Segundo Celeste Afonso, “vivemos um tempo difícil. É o presente que é difícil, mas é a prospetiva de um futuro que também não nos garante que, no imediato, tenhamos grandes melhorias e, nesse sentido, cabe ao executivo, mas também às associações, ou seja, a todos nós enquanto comunidade, darmos resposta para que cada um possa viver melhor”.

No entanto, a assinatura destes protocolos é apenas uma das várias medidas que a Câmara Municipal de Óbidos tem feito ao longo deste mandato. “O programa Saúde Melhor tem, neste momento, o programa de comparticipação de medicamentos em discussão pública. O Enxoval do Recém-Nascido também foi reforçado com a participação da vacinação que não era comparticipada. As Bolsas ao Ensino Superior também viram o seu valor aumentado e, este ano, conseguimos dar resposta a todos os que se candidataram”, exemplificou a vereadora.

Celeste Afonso, apesar de reconhecer que ainda nem tudo está feito, afirmou que cabe ao executivo municipal “fazer o seu melhor através de programas, dando reforço financeiro para que consigamos dar resposta”, mas também cabe às instituições “manterem-se vivas”. “Estas associações são extremamente importantes”, pois são “motores desta comunidade”.

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