Viajar é captar a essência de um povo, de uma cultura e de uma tradição. É respirar o desconhecido, é viver a realidade de uma perspetiva sempre nova. Acima de tudo, viajar é estar na realidade do outro, tentando conhecer e compreender a sua natureza; e esta é a chave: a natureza de um povo não se conhece por iniciativa própria, antes, é preciso que esta se deixe conhecer.
Para que se perceba o espírito dos lugares e dos homens é necessário que estes, de livre e espontânea vontade, abram primeiro o seu coração em ordem à dádiva e à partilha. Só então, quando nos é permitido este grau de intimidade, podemos viver novas oportunidades, novas ideias e novos horizontes. Assim, através da confiança e da proximidade surge a sinergia entre aqueles que dão e aqueles que recebem.
Esta é a simples verdade e o curioso objetivo do conhecer e do interagir. Então podemos dizer: Valeu a pena, cresci e dei a crescer. Viajei de facto!
Diogo Bronze



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