Carnes exóticas no novo restaurante Red Bouche

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Carnes exóticas de canguru, zebra, bisonte, crocodilo e veado podem ser degustadas no novo restaurante Red Bouche, que abriu portas na semana passada nas Caldas da Rainha, por intermédio de dois jovens empreendedores que aproveitam os conhecimentos adquiridos na Licenciatura de Restauração e Catering na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche. […]
Carnes exóticas no novo restaurante Red Bouche

Carnes exóticas de canguru, zebra, bisonte, crocodilo e veado podem ser degustadas no novo restaurante Red Bouche, que abriu portas na semana passada nas Caldas da Rainha, por intermédio de dois jovens empreendedores que aproveitam os conhecimentos adquiridos na Licenciatura de Restauração e Catering na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche. O casal de namorados Daniela Rocha, de 24 anos, e Pedro Araújo, de 22 anos, tinha assumido em 2010 a gestão do Charbonnade da Rainha, no Bairro dos Arneiros, e agora dá continuidade ao conceito do negócio que aposta nos grelhados em que em cada mesa existe uma chaminé e vem um grelhador coberto a cobre e com carvão vegetal em que o cliente grelha a sua própria carne, num conceito familiar, diferente e desafiante. A exaustão de fumos é garantida de forma a não incomodar os clientes. Para além das carnes exóticas existem as carnes tradicionais (vazia e picanha) e há sempre a escolha de peixe (salmão e bacalhau). As entradas são compostas por crepes com alho francês e queijo de cabra, salada de nozes, mexilhões marinados e mini mousses de salmão. Nas sobremeses, destaque para pêssegos com framboesas sobre gelado de baunilha, chocolate fondant e mousse de chocolate branco, banana e coco. Situado no Beco José Soares de Oliveira, nº2-A (junto à circular, próximo da rotunda junto ao Bairro das Morenas), o Red Bouche inova em relação ao anterior estabelecimento, começando pelo interior, que se torna mais envolvente. Pela lotação de 22 lugares, consegue ser mais intimista, com música ambiente, sendo propício a encontros românticos. “É um lugar mais sossegado, mais pequeno, mais recatado e mais moderno, porque achámos que a cidade precisava de um cantinho assim. Também ganha se ganha com a localização, porque não há aquele preconceito de estar num bairro social, como acontecia no Charbonnade”, explica Daniela Rocha, que está a frequentar o mestrado, enquanto que Pedro Araújo concluiu a licenciatura. O estacionamento não falta e o restaurante está aberto todos os dias, exceto quarta ao jantar e sábado ao almoço. O preço médio por pessoa é de vinte euros, mas ao almoço é de sete euros e meio (inclui prato do dia – sopa, prato principal e café). Reservas podem ser feitas pelo tel. 262880112. Francisco Gomes

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