Falta promoção de monumentos nacionais premiados

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As entidades públicas poderiam ter “aproveitado e rentabilizado” as distinções como Maravilhas de Portugal, atribuídas em 2007 a sete monumentos nacionais, mas “nada foi feito”, defendeu o responsável pela gestão do Castelo de Óbidos, um dos premiados. “Perdeu-se uma oportunidade de capitalizar ao máximo os prémios, poderia ter havido seguimento, por exemplo, com a criação […]

As entidades públicas poderiam ter “aproveitado e rentabilizado” as distinções como Maravilhas de Portugal, atribuídas em 2007 a sete monumentos nacionais, mas “nada foi feito”, defendeu o responsável pela gestão do Castelo de Óbidos, um dos premiados. “Perdeu-se uma oportunidade de capitalizar ao máximo os prémios, poderia ter havido seguimento, por exemplo, com a criação de uma rede externa de promoção. Mas nada foi feito”, lamentou, em declarações à Agência Lusa, o administrador executivo da empresa municipal Óbidos Patrimonium. José Parreira referiu que a Óbidos Patrimonium tentou “capitalizar mais resultados com esta eleição”: “Propus a criação de uma rede de todos os monumentos, mas não foi possível”, contou. O administrador executivo da Óbidos Patrimonium considera que a iniciativa “teria que partir de entidades como o Turismo de Portugal”, apontando que “ainda há tempo de tentar desenvolver rotas destes locais”.

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