Família do Landal vai deixar de viver num contentor

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Uma família no Landal a viver uma situação de grande fragilidade sócio-económica, agravada com um incêndio que destruiu a sua residência em 2006, deverá ver o seu problema resolvido, depois da intervenção dos vereadores do Partido Socialista na Câmara das Caldas. Segundo Delfim Azevedo e Rui Correia, “esta família foi, então, provisoriamente instalada num exíguo […]

Uma família no Landal a viver uma situação de grande fragilidade sócio-económica, agravada com um incêndio que destruiu a sua residência em 2006, deverá ver o seu problema resolvido, depois da intervenção dos vereadores do Partido Socialista na Câmara das Caldas. Segundo Delfim Azevedo e Rui Correia, “esta família foi, então, provisoriamente instalada num exíguo contentor camarário, enquanto fossem estudadas formas de auxiliar a reconstrução da vivenda. Entretanto, durante vários anos, nenhuma da ajuda material prometida foi providenciada pela Câmara e a família manteve-se, esquecida pelos poderes públicos, a viver em condições que se foram tornando desumanas e insustentáveis”. “Apenas a visita dos vereadores do PS à ETAR, junto da qual se encontra o referido contentor, hoje em avançado estado de decadência, devolveu o assunto à luz do dia e da atenção do executivo PSD. O recente internamento da mãe de família torna o problema crítico e o impasse insustentável”, apontam. De acordo com os socialistas, “foi reportado pela chefe dos serviços de acção social que a família aceitou ser realojada numa residência em Caldas da Rainha, depois de reconfirmada a indisponibilidade de casas de renda social na localidade em que vive a família. Foi salientada a importância de ver assegurada a manutenção das condições de sustento e de transporte laboral, condições indispensáveis para garantir a subsistência económica e a correcta integração social da família”. A vereadora da acção social da Câmara das Caldas, explicou que “o contentor foi-lhes cedido por seis meses, na condição de se organizarem” e o impasse surgiu do facto da família “não se ter movimentado e mostrado colaborante”, apontou Maria da Conceição. A autarca manifestou tratar-se de “uma família problemática, com dificuldades de inserção no meio social e a Câmara não pode dar casas nestas condições”. A resolução do problema estará agora bem encaminhada.             Francisco Gomes

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