Centro de Saúde das Caldas encerrou com tolerância de ponto

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É inadmissível que a responsável do Centro de Saúde desta cidade não tenha tido a sensibilidade necessária e tenha permitido o encerramento do mesmo, com a tolerância de ponto. Não tenho nada contra o facto de que todos quantos trabalham no Centro de Saúde tenham querido exercer o seu direito de aderir à tolerância de […]

É inadmissível que a responsável do Centro de Saúde desta cidade não tenha tido a sensibilidade necessária e tenha permitido o encerramento do mesmo, com a tolerância de ponto. Não tenho nada contra o facto de que todos quantos trabalham no Centro de Saúde tenham querido exercer o seu direito de aderir à tolerância de ponto, na certeza, porém, por parte da responsável do Centro de Saúde, teria de haver a preocupação e responsabilidade, de arranjar uma solução, para que pelo menos, os serviços mínimos de urgência, fossem garantidos. Afinal, as pessoas não adoecem quando lhes apetece e os serviços mínimos de urgência pelo menos, deveriam ser garantidos aos seus utentes. Já chefiei uma entidade de Estado e em iguais circunstâncias nunca deixei que os serviços mínimos urgentes não ficassem garantidos. Para isso, sensibilizava os funcionários para se voluntariarem, sendo os mesmos recompensados numa altura que assim necessitassem e se não houvesse consenso fazia um sorteio. Como é que num Centro de Saúde se tem um procedimento destes, como se de um estabelecimento comercial tratasse, isto só em Portugal…   Vitor Dinis

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