O ano do centenário da República, parece que ficará marcado na história, como marco de mudança cultural, devido à aprovação do casamento homossexual, num Estado que se diz democrático, laico e onde a liberdade é considerada um valor fundamental. Política não é de todo um dos meus interesses, muito embora do ponto de vista de uma cidadã minimamente atenta, não deixe de estranhar que seja aprovada uma lei como esta, sem que as pessoas sejam consultadas, e logo 100 anos após a aprovação da Lei do Divórcio. Penso que um governo que não detém uma maioria absoluta, deveria ser mais cauteloso. Bom, mas eu não entendo nada de política. O que sei é que o país se diz livre e tolerante, por isso mesmo, se defende o aborto e se condena a tourada; defende-se o “casamento” homossexual e condena-se a família. Sim, porque esses que defendem a família e a dignidade da pessoa humana não passam, dizem, de retrógradas e conservadores. Tenho pena que se vão destruindo todos os alicerces da nossa cultura. Ninguém sobrevive sem referências, como aquelas que se aprendem no seio familiar. E parece-me que todos nós já andamos suficientemente perdidos. A mim parece-me óbvio que a vida não daria o mesmo gozo viver se não fosse alimentada pela diferenciação e simultânea complementaridade dos sexos opostos. Mas isto digo apenas eu, que não entendo nada de nada, muito menos de política. Filomena Borges Gonçalves
O fim da cultura
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