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de Frois Fiandeiro   O meu pai, Capitão Jaime Fiandeiro, já falecido, foi durante vários anos Comandante da secção da Guarda Nacional Republicana de Caldas da Rainha, sucedendo ao “velho” e carismático tenente Ferreira. Por transferência para Lisboa, para desempenhar o cargo de Adjunto do Comando do Comando Geral da Guarda Nacional Republicana, a sua […]

de Frois Fiandeiro   O meu pai, Capitão Jaime Fiandeiro, já falecido, foi durante vários anos Comandante da secção da Guarda Nacional Republicana de Caldas da Rainha, sucedendo ao “velho” e carismático tenente Ferreira. Por transferência para Lisboa, para desempenhar o cargo de Adjunto do Comando do Comando Geral da Guarda Nacional Republicana, a sua função nas Caldas da Rainha passou a ser desempenhada pelo Major Pascoal Pires, pessoa respeitável e de fino trato, entretanto também já falecido. Mortos os três comandantes das Caldas da Rainha resolveu há anos a Câmara Municipal atribuir ao Major Pascoal Pires o nome dele a uma rua da cidade. Nada em contrário. Só que o Tenente Ferreira e o meu pai, não tiveram direito a essa homenagem. Estou-me nas tintas, especialmente no que diz respeito ao meu pai, que ele não tenha uma rua com o seu nome. Só não compreendo dualidade de critérios. Que fez a mais ou em que brilhou mais o Major Pires em relação aos outros dois oficiais? Repito: estou-me a borrifar para o assunto, mas que há alguma injustiça, isso há.

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