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Chovia torrencialmente e Lúcia, já idosa estava parada na berma da estrada com um pneu do carro furado. Como resolver situação tão dramática? Viu então aproximar-se um homem pobremente vestido, que fez temer o pior – um ladrão com certeza que se iria aproveitar da ocasião. Enganou-se. O homem aproximou-se e sossegou-a: Não sou um […]

Chovia torrencialmente e Lúcia, já idosa estava parada na berma da estrada com um pneu do carro furado. Como resolver situação tão dramática? Viu então aproximar-se um homem pobremente vestido, que fez temer o pior – um ladrão com certeza que se iria aproveitar da ocasião. Enganou-se. O homem aproximou-se e sossegou-a: Não sou um salteador, só vejo que a senhora precisa de ajuda e eu quero ajudar. E acrescentou com o mesmo ar delicado – entre no carro, porque cá fora está um grande temporal. E a propósito, chamo-me João. Começou o seu trabalho e o pneu foi mudado. No fim Lúcia perguntou quanto lhe devia pelo serviço e pasmou ao ouvir: “Não é nada; eu gosto de ajudar e se a senhora me quer pagar peço-lhe que, logo que surja a oportunidade ajude alguém, como eu fiz”. Lúcia continuou o seu caminho e parou num pequeno restaurante de estrada. Aí foi atendida por uma rapariga ainda nova, com sinais de avançada gravidez, mas com um sorriso acolhedor. Trouxe-lhe uma toalha  para secar os cabelos e perguntou o que desejava. Lúcia comeu qualquer coisa e pediu a conta. Sentia-se intrigada ao pensar como uma rapariga naquele estado, visivelmente cansada a uma hora tão tardia, podia ser tão amável. Pagou e enquanto esperava pelo troco, escreveu algo no guardanapo de papel e debaixo deste colocou uma nota de 500 euros. Saiu. Quando a rapariga regressou já não a encontrou e ficou muito comovida, não só com a mensagem: “Eu hoje fui ajudada gratuitamente – faça o mesmo sempre que puder”, mas também com o dinheiro, numa altura em que estavam a passar grandes dificuldades com a vinda em breve do filho. Chegou a casa e meteu-se na cama. O marido já dormia. Então a rapariga depois de agradecer a Deus aquela dádiva tão generosa e oportuna, beijou o marido e murmurou: “Dorme bem, João. Naquele dia houve doação e retorno! Autor desconhecido Adaptado por Maria Fernanda Barroca

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