Candidato do PS no Bombarral reconhece derrota

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“Falhámos os nossos objectivos”. Foi desta forma que comentou a derrota eleitoral o candidato do PS à Câmara Municipal do Bombarral, Jorge Gabriel Martins. “Pretendíamos ganhar a Câmara e a Assembleia Municipal, manter a Junta de Freguesia do Pó e conquistar mais Juntas de Freguesia. Não alcançámos nenhum desses objectivos”, reconheceu. O cabeça de lista […]
Candidato do PS no Bombarral reconhece derrota

“Falhámos os nossos objectivos”. Foi desta forma que comentou a derrota eleitoral o candidato do PS à Câmara Municipal do Bombarral, Jorge Gabriel Martins. “Pretendíamos ganhar a Câmara e a Assembleia Municipal, manter a Junta de Freguesia do Pó e conquistar mais Juntas de Freguesia. Não alcançámos nenhum desses objectivos”, reconheceu. O cabeça de lista assume “pessoalmente e por inteiro a derrota nestas eleições, já que fiz as escolhas e convites com toda a liberdade e confiança que o PS me entregou, assim como, fui eu que defini dar à campanha um carácter pessoal”. “Devo dizer, aliás, no que diz respeito às escolhas dos vários cabeças de lista, bem como, dos candidatos que integraram a lista à Câmara e restantes órgãos autárquicos, que não poderíamos ter outros candidatos, porque os que tivemos, eram sem sombra de dúvida os mais aptos para desempenhar as respectivas funções. E se tivesse que fazer listas novamente, voltaria a escolhê-los a todos sem excepção”, manifestou Jorge Gabriel Martins. “Todos os candidatos incluídos nas nossas listas, tinham e têm a competência, a capacidade, o mérito e o prestígio para o exercício dos cargos a que se candidataram. Tenho sérias dúvidas que o mesmo se possa dizer de todos os candidatos que foram eleitos nas listas nossas adversárias”, alegou. Jorge Gabriel Martins referiu que “alguns dos nossos adversários políticos, que têm das mais altas responsabilidades no PSD, que tínhamos perdido as eleições porque alguns dos nossos candidatos não costumam frequentar bares e cafés. Fica assim explicada a forma como alguns dos candidatos do PSD foram escolhidos. Aliás, estas eleições ficaram marcadas pela existência de dois grupos, bem distintos no eleitorado do nosso concelho. De um lado, os que fazem a suas opções com base em critérios mais racionais, valorizando a competência, o mérito, o trabalho, o esclarecimento. De outro lado, os que fazem as suas opções com base em critérios mais emocionais, valorizando a amizade, a simpatia, a ligação pessoal que têm com o candidato, ou se quisermos a tal “proximidade”, palavra bem utilizada e escolhida para slogan da campanha do José Manuel Vieira”. Apesar deste comentário, o socialista assegura que respeita a escolha do eleitorado e espera que resulte em benefício do concelho. Francisco Gomes

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